Terça-feira, 24 de Fevereiro de 2009

Carnaval

Pois é, mais um carnaval basicamente passado!

 

O meu foi festejado em Ovar, uma madrugada um bocado durinha para quem não é adepta de noitadas e de grandes confusões mas apesar de tudo até foi divertido!

 

Fomos de comboio, de São Bento a Ovar, que ia completamente cheio, principalmente de Brasileiros que já iam bem alegres, mas pior pior  foi mesmo a viagem de volta, o comboio das 6h42 estava completamente sobrelotado, eu vinha de tal maneira apertada que nem a cabeça conseguia mexer, nunca me tinha acontecido tal, foi uma viagem longa!

 

Não era para ir disfarçada mas também não quis ser a ovelha ranhosa do grupo, e à última da hora lá improvisei um macacão uma ferramenta e lá fui eu a mecânica!

 

Lá vi de tudo, desde de disfarces bastante originais a disfarces totalmente ridículos, havia também aqueles disfarces incógnitos que uma pessoa fica a perguntar-se que raio é que aquilo representa!

 

O meu disfarce preferido, ou melhor os meus disfarces preferidos foram os da ovelha shoné [ok, eu sou suspeita, porque apesar de não ligar nenhuma a desenhos animados, adoro ver a ovelha shoné]  não é que meia dúzia de pessoas se lembraram de fazer um rebanho de ovelhas e até o cão que as guarda ia, mas os fatos estavam mesmo muito bem feitos e claro eu delirei com eles  e não pude deixar de pedir para tirar uma foto com o Rebanho todo! 

 

A parte mais estranha, se bem que estranha talvez não seja a palavra mais correcta, mas whatever, foi na vinda que pela terceira vez num sitio em que eu não estava à espera voltei a encontra-lo, assim sem mais nem menos, ele estava ali atrás de mim, sem se lembrar de mim, pudera afinal a forma como nos conhecemos foi assim tão estranha tão rápida tão confusa e ele já não estava bem normal  mas esta história fica para outro dia!

 

Mas possa no meio de tanta gente, não vi pessoas que sabia que iam lá estar, não encontrei as pessoas com quem tinha combinado porque a bateria do telemóvel acabou, e fui vê-lo, encontra-lo a ele, sem combinar, sem saber que ele ia lá estar, pela terceira vez!

 

Fico a pensar serão apenas coincidências ou será o destino a querer dizer algo?

 

 

: Pensativa
: James - Getting Away With It (All Messed Up)
A. Motα às 23:10
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Domingo, 22 de Fevereiro de 2009

?!

Explica-me como se eu não percebesse nada de informática, pode ser?

 

 

Palavras para quê?

Simplesmente parti-me a rir com este vídeo do Bruno Nogueira! 

 

: Feiticeira - RTAP
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A. Motα às 21:00
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Sábado, 21 de Fevereiro de 2009

Será ele ou ela? :S

Ontem a Aninhas decidiu ir à piscina...

Pensava ela estar a ter uma visão do além, quando se depara assim com um instrutor de pólo aquático que estava de costas e que por trás sim senhora era bem dotadinho, mas que rapidamente se tornou numa visão do inferno quando se vira de frente, e afinal era uma mulher!!!

Mas sem exagero estive para aí meia hora a tentar distinguir se era homem ou mulher, estava de t-shirt e calções, de costas parecia um autentico homem, e de frente também não tinham formas femininas, estava difícil!!

Só tive a certeza que ele afinal era ela quando ouvi o nome dela!

 

: na dúvida
: Coldplay - Lost
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A. Motα às 14:10
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Quinta-feira, 19 de Fevereiro de 2009

Lixo

Porque o lixo não é apenas lixo!

Porque o lixo pode dizer mais de nós, do que aquilo que nós pensamos! 

 

"Encontram-se na área de serviço. Cada um com o seu pacote de lixo. É a primeira vez que se falam.

 

-Bom dia.

-Bom dia.

-A senhora é do 610.

-E o senhor do 612.

-É...

-Eu ainda não o conhecia pessoalmente...

-Pois é...

-Desculpe a minha indiscrição, mas tenho visto o seu lixo...

-O meu quê?

- O seu lixo.

- Ah...

- Reparei que nunca é muito. Sua família deve ser pequena...

- Na verdade sou só eu.

- Mmmm.  Notei também que o senhor usa muita comida em lata.

- É que eu tenho de fazer minha própria comida. E como não sei cozinhar...

- Entendo.

- A senhora também...

- Me chame de você.

- Você também perdoe a minha indiscrição, mas tenho visto alguns restos de comida em seu lixo. Chapignons, coisas assim...

- É que eu gosto muito de cozinhar. Fazer pratos diferentes. Mas como moro sozinha, às vezes sobra...

- A senhora... Você não tem família?

- Tenho, mas não aqui.

- No Espírito Santo.

- Como é que você sabe?

- Vejo uns envelopes no seu lixo. do Espírito Santo.

- É Mamãe escreve todas as semanas.

- Ela é professora?

- Isso é incrível! Como foi que você adivinhou?

- Pela letra no envelope. Achei letra de professora.

- O senhor não recebe muitas cartas. A julgar pelo seu lixo.

- Pois é...

- No outro dia tinha um envelope de telegrama amassado.

- É.

- Más noticias?

- Meu pai. Morreu.

- Sinto muito.

- Ele já estava bem velhinho. Lá no Sul. Há tempos que não nos víamos.

- Foi por isso que você recomeçou a fumar?

- Como é que você sabe?

- De um dia para o outro começaram a aparecer carteiras de cigarro amassadas no seu lixo.

- É verdade. Mas consegui parar outra vez.

- Eu, graças a Deus, nunca fumei.

- Eu sei. Mas tenho visto uns vidrinhos de comprimidos no seu lixo.

- Tranquilizantes. Foi uma fase. Já passou.

- Você brigou com o seu namorado, certo?

- Isso você também descobriu no lixo?

- Primeiro o buquê de flores, com o cartãozinho. Jogado fora. Depois, muito lenço de papel.

- É, chorei bastante, mas já passou.

- Mas hoje ainda tem uns lencinhos...

- É que eu estou com um pouco de coriza.

- Ah.

- Vejo muita revista de palavras cruzadas no seu lixo.

- É. Sim. Bem. Eu fico muito em casa. Não saio muito. Sabe como é.

- Namorada?

- Não.

- Mas há uns dias tinha uma fotografia de uma mulher no seu lixo. Até bonitinha.

- Eu estava limpando umas gavetas. Coisa antiga.

- Você não rasgou a fotografia. Isso significa que, no fundo você quer que ela volte.

- Você já está analisando o meu lixo!

- Não posso negar que o seu lixo me interessou.

- Engraçado. Quando examinei o seu lixo, decidi que gostaria de conhecê-la. Acho que foi a poesia.

- Não! Você viu meus poemas?

- Vi e gostei muito.

- Mas são muito ruins!

- Se você achasse eles ruins mesmo, teria rasgado. Eles só estavam dobrados.

- Se eu soubesse que você ia ler...

- Só não fiquei com eles porque, afinal, estaria roubando. Se bem que, não sei: o lixo da pessoa ainda é propriedade dela?

- Acho que não. Lixo é domínio público.

- Você tem razão. Através do lixo, o particular se torna público. O que sobra da nossa vida privada se integra com a sobra dos outros. O lixo é comunitário. É a nossa parte mais social. Será isso.

- Bom, aí você já está indo fundo demais no lixo. Acho que.

- Ontem, no seu lixo...

- O quê?

- Me enganei, ou eram cascas de camarão?

- Acertou. Comprei uns camarões graúdos e descasquei.

- Eu adoro camarão.

- Descasquei, mas ainda não comi. Quem sabe a gente pode...

- Jantar juntos?

- É...

- Não quero dar trabalho.

- Trabalho nenhum.

- Nada. Num instante se limpa tudo e põe os restos fora.

- No seu lixo ou no meu."

 

                                                   Veríssimo, Luís Fernando                                         

 

: Jamiroquai - Seven days in sunny June
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A. Motα às 19:01
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Domingo, 15 de Fevereiro de 2009

...

Faltam-me as palavras... 

[imagem retirada da internet]

 

: Sem sentido
A. Motα às 17:42
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Segunda-feira, 2 de Fevereiro de 2009

E quando eu achava que mais nada...

...me podia surpreender, nas minhas viagens da carreira para o Porto, eis que surgiu algo e me surpreendeu!!!

 

E o pior momento, ou melhor, o momento nojento do dia foi:

 

Tananana Tananana

 

Vou eu, na camioneta, muito concentrada  a estudar francês a ver se encaixava alguma coisa na última da hora, [sim, porque hoje tive frequência] e começo a ouvir... tec tec.. e passado um bocado oiço outra vez... tec tec... o som era-me tão familiar, eu conhecia aquele som tinha a certeza... mas não é possível, não pode ser aquilo que eu estou a pensar, aqui dentro do autocarro?? Não, não pode ser... [Pensei eu]

Então oiço mais uma vez ... tec tec... e desta vez segui os sons, e...sim afinal era o que eu pensava...mais à frente estava um velhote a cortar as unhas, dentro do autocarro e como se isso não bastasse ainda estava a sacudi-las para o assento ao lado...

 

Há pessoas tão porcas...

: Perplexa
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A. Motα às 21:02
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Domingo, 1 de Fevereiro de 2009

I just want to say...

Momento Lamechas de hoje:

 

 

Foi tão bom... depois de tanto tempo, depois de tantas desculpas, ontem porque tive aulas, hoje porque tive exame, amanhã porque não sei o quê...

 

 

Foi tão bom... juntarmo-nos e termos feito este jantar, jogarmos conversa fora, darmos umas boas risadas, relembrar o passado e tentar adivinhar o futuro...

 

 

Foi tão bom... porque a amizade dura e prevalece se houver vontade de todas as partes, se assim não for então... nada feito!

 

 

É tão bom... ter amigos!

 

: com saudade dos velhos tempos
: Nouvelle Vague - In a manner of speaking
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A. Motα às 00:16
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